De Olho na Cidade
Eixo B — Biodiversidade e Biomas
Eixo B

Biodiversidade e Biomas

Conservar ecossistemas na governança local protege o clima, os serviços ecossistêmicos e a vida.

Entenda o eixo

Muitos municípios estão em áreas ecologicamente sensíveis e a incorporação da conservação na governança local melhora a sustentabilidade, os serviços ecossistêmicos e combate a perda de habitat, contribuindo para a regulação do microclima e, assim, para a biodiversidade global.

As políticas públicas municipais podem resguardar a existência e permanência de fragmentos de vegetação, por meio do uso sustentável do solo e a gestão de áreas verdes, como praças, parques e até mesmo florestas urbanas, que são componentes das soluções baseadas na natureza (SbN).

Essenciais para a adaptação climática e para a saúde pública, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece que as áreas verdes em ambientes urbanos trazem benefícios significativos para a saúde e melhoria da qualidade do ar, auxiliando a regular o microclima local e aumentando a resiliência a eventos como ondas de calor.

Florestas urbanas são áreas verdes dentro de espaços com cobertura vegetal no perímetro urbano. Elas oferecem serviços ecossistêmicos importantes, como a regulação do microclima, a mitigação do risco de inundações ao absorver a água da chuva, o controle da poluição do ar e acústica, a estabilização do solo e o abrigo para a fauna.

Uma Unidade de Conservação (UC) é definida pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) como uma área protegida com recursos ambientais e características naturais relevantes. Essas áreas têm objetivos de conservação, limites definidos e um regime especial de administração que garante a proteção adequada dos seus recursos.

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