
A crise climática acentua desigualdades e exige planos de resiliência justos nas cidades.
A crise climática acentua desigualdades raciais, sociais e de gênero, exigindo a promoção de planos de resiliência justos, que combatam as desigualdades e o racismo ambiental nas cidades e priorizem as comunidades mais vulnerabilizadas.
Comunidades vulneráveis estão mais suscetíveis ao aumento da mortalidade por calor e à propagação de doenças transmitidas por vetores. Sistemas de saneamento e tratamento de água adequados garantem que comunidades tenham acesso a recursos básicos essenciais à vida.
O crescimento das periferias de grandes cidades e metrópoles, com a alta densidade populacional e a ocupação de áreas de risco, agravam os impactos de desastres naturais.
A participação ativa das comunidades vulnerabilizadas pode promover a elaboração de políticas justas e eficazes, promovendo ao mesmo tempo inclusão social e o direito a uma cidade sustentável.
A incorporação da análise de impacto racial — a racialização dos dados nas políticas de adaptação e infraestrutura — torna o planejamento municipal mais equitativo, justo e resiliente.
A Plataforma De Olho na Cidade reúne 40 indicadores municipais para auxiliar cidadãos e gestores a conhecerem a realidade da sua cidade.